Perdido POR CEM OU POR MIL NO ANIL
PERDIDO POR BEM OU POR MAL NA ANAL
É FODIDO ESTAR PERDIDO
Perdido na alma e no saber
Preso no futuro sem entender
PERDIDO NO PASSADO SEM O PERDER
PERDIDO NO PRESENTE A PEDIDO
AUSENTE NO FUTURO PRESENTE
FODIDO NO TEMPO QUE O TEMPO PRESSENTE
Perdido...A PEDIDO
Perdido nos sentimentos sem querer
PERDIDO EM NÓS SEM O SABER
Guardando o sofrimento sem dizer
PERDIDO NOS LABIRINTOS DO PODER
Vagueia de luz em luz
DE SOMBRA EM SOMBRA
Nas tentativas e erros
DE CURVA EM CURVA
DE LOMBA EM LOMBA
De uma vida assinalada em cruz
NA LUZ TURVA QUE NOS TURVA
Vivendo todos os desterros
NOS DESERTOS ERRA JESUS
onde já nada o seduz
ONDE JUDAS NÃO AJUDAS
ONDE O FUTEBOL CORRE NAS PELUDAS
PERNAS QUE TODO O SKIN ACHA TERNAS
NAS ACHAS E NAS LARACHAS QUE ACENDE
NO PRESENTE MAL PASSADO NO FUTURO MAL ASSENTE...
NO PAPEL COMMERCIAL SEMPRE AUSENTE
A BE-LOUKO DE GIL BLAS DAS FÊMEAS DE SANTILHANA OU DE SANTANA OU DE SATANÁS TANTO FAZ Ó RAPAZ UM BE LOG À CUNHA...OU DIZ-SE AO CUNHA?
dissabte, 29 d’agost del 2015
o bigode incerto é deserto só a pera dura e pura assegura al berto o oásis que perdura na mais negra ou escurinha ditadura e só no voto branco nasce a sombra escura QUE A NÓS EM NÓS NOS TORTURA ....DA MEXIÂNICA EM CALDA À MEXIÂNICA SUCUPIRA EM DÓ CAIPIRA NºV.QUE NA QUEDA DA PERA NOS ESPERA NO VAZIO NULO FAZENDO CERA SERÁ QUE A PERA ESPREME O POEMA ? E EM CADA SKIN NASCE UM TEMA? QUE A PERA TREMA EM INQUIETAÇÃO IMANENTE E NA SUA QUEDA TREMENTE NASÇA O POEMA DEMENTE NA ESPERA DA PERA PERMANENTE ...ABAIXO O BIGODE SOLITÁRIO SÓ A PERA ACRESCENTA PERSONALIDADE AO PELUDO OTÁRIO A PERA É TUDO O BIGODE NADA VIVA A PERA VIVA MESMO QUE SEJA ENLATADA.... A queda da laranja provocará o poema? A laranja voadora é, ou não é, uma laranja imaginada por um louco? E um louco, saberá o que é uma laranja? E se a laranja cair? E o poema? E o poema com uma laranja a cair? E o poema em forma de laranja? E se eu comer a laranja, estarei a devorar o poema? A ficar louco? [...] E a palavra laranja existirá sem a laranja? E a laranja voará sem a palavra laranja? E se a laranja se iluminar a partir do seu centro, do seu gomo mais secreto, e alguém a [esquecer] no meio da noite - servirá [o brilho] da laranja para iluminar as cidades há muito mortas? E se a laranja se deslocar no espaço - mais depressa que o pensamento, e muito mais devagar que a laranja escrita - criará uma ordem ou um caos? O homem que possui uma cabeça de vidro habita o lado de fora das muralhas da cidade. Foi escorraçado. [E] na desolação das terras, noite dentro, vigia os seus próprios sonhos e pesadelos. Os seus próprios gestos - e um rosto suspenso na solidão. Onde mora o homem que ousou escrever com a unha na sua alma, no seu sexo, no seu coração? E se escreveu laranja no coração, a alma ficará saborosa? E se escreveu laranja no sexo, o desejo aumentará? Onde está a vida do homem que escreve, a vida da laranja, a vida do poema - a Vida, sem mais nada - estará aqui? Fora das muralhas da cidade? No interior do meu corpo? ou muito longe de mim - onde sei que possuo uma outra razão... e me suicido na tentativa de me transformar em poema e poder, enfim, circular livremente.
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