TAMANHA É A PARTICIPAÇÃO DO ACASO NO SEU TRIUMPHO
ALGUNS CENTOS DE POPULARES ARMADOS DE PISTOLAS E BOMBAS
ALLICIARAM DOIS REGIMENTOS, TOMARAM DE ASSALTO A CIDADE
NÃO TIVERAM QUE COMBATER, SENÃO A GUARDA MUNICIPAL, QUE LHES ERA
LANÇADA EM FRAGMENTOS
A BE-LOUKO DE GIL BLAS DAS FÊMEAS DE SANTILHANA OU DE SANTANA OU DE SATANÁS TANTO FAZ Ó RAPAZ UM BE LOG À CUNHA...OU DIZ-SE AO CUNHA?
dissabte, 31 de maig del 2014
diumenge, 25 de maig del 2014
O DISTRIBUIDOR - FOLHA DE COUVE QUE DIZ QUE HA (HÁ ASSINANTES ) ASSIGNANTES QUE SÓ LÊEM FIADO ALGUNS VENDEM CAUTELAS OUTROS APREGOAM EM PAPEL PARDO OUTROS VÃO TENTANDO SUBIR NAS HIERARCHIAS QUE NOS COMMANDAM É TUDO UM MODO DE VIDA
ALGUNS PREFEREM LER ALGUM ASSASSINATO HORROROSO
OU O 25º INCÊNDIO DE SÃO FRANCISCO NA CALIFORNIA QUE FELIZMENTE
PARA OS JORNAES ESTÁ SEMPRE A ARDER
OU O 25º INCÊNDIO DE SÃO FRANCISCO NA CALIFORNIA QUE FELIZMENTE
PARA OS JORNAES ESTÁ SEMPRE A ARDER
dissabte, 24 de maig del 2014
DA FALSIFICAÇÃO DAS GENTES DE BONS COSTUMES QUE SÓ QUEREM O NOSSO BEM GENTE BENFAZEJA QUE GAMMA GAMMA E NÃ TEM O QUE SE LHE VEJA...
- DA FALSIFICAÇÃO DE GÉNEROS ALIMENTÍCIOS POR ORGANIZAÇÕES DADAS À CARIDADE - 1891 - HA GENTES DE BONS COSTUMES QUE PREPARAM MAU ABSINTHO ...O BOM DEVE SER PREPARADO DESTILLANDO AGOA ARDENTE DE VINHO E VINHAÇAS SOBRE AS SUMMIDADES FRESCAS DE ABSINTHO QUE LHE DÃO A FERMOSISSÍMA CÔR DE VERT ESMERALDA ...POR VEZES A PLANTA MEIO APODRECIDA IMPORTADA DE FRANÇA E ARRIVADA EM VAPORES TARDIOS NÃO DÁ A TAL CÔR
- E NESTES TEMPOS EM QUE A CRISE APERTA JUNTAM-LHE ESSAS GENTES DE BOAS MANEIRAS SAES DE COBRE .....OS NOSSOS MELHORES QUANDO HAVIA CARÊNCIA DE CAFÉ POR CAUSA DAS MUITAS GUERRAS EM QUE NOS TIVERAM O CONDÃO DE NOS METER AJUNTAVAM CEVADA TORRADA E MOÍDA OU CHICÓRIA AO CAFÉ EM PÓ ....PARECE QUE ESSA RECEITA DOS VELHOS TEMPOS INDA FICAVA MUITO CARA....NOS DIAS DE HOJE INOVOU-SE E MISTURA-SE FARINHA DE BOLOTAS OU DAS CASCAS DE CASTANHA QUEIMADAS QUE SE BOTAM P'LO CHÃO DE LISBOA ....CASCAS DE BATATA CARBONIZADAS. CASCA DE NABOS
- VASCUS DAS GAMMAS GREGAS? TEMOS NÃO
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O BOM IRMÃO À LOJA TORNA
divendres, 23 de maig del 2014
O EDITOR DE CADERNETAS - REVISTA POPULAR VOLUME IV LISBOA 1851 - A CADERNETA É A LEITURA POPULAR COMO HOJE O B-LOG PARA O ILETRADO FUNCIONAL DESTE CHAVASCAL FEITO PAIZ OU JANGADA DE PEDRA COMO SE DIZ
Vamos continuando a galeria dos
nossos typos nacionaes. Mas aqui temos de accrescentar,
a esta designação
geral, alguma qualificação, que possa distinguir
o typo que intentamos descrever.
Porque o editor de cadernetas é sempre
traductor de romances, e o traductor de
romances, salvas as excepções tão honrosas como raras,
se é nacional pela pátria, nacional pela semsaboria, e nacional
por se declarar victima, e fazer victimas
os outros, é estrangeiro pelo officio, estrangeiro pela lingua,
e estrangeiro completamente á litteratura do paiz.
Antigamente o ser traductor era uma
punição, que as lettras infligiam aos litte-
ratos, em proveito do paiz, que se locu-
pletava com as obras primas das littera-
turas estranhas. Hoje é uma sinecura de
ociosos. Antigamente traduzia-se para dar
alguma obra celebre aos leitores ignoran-
tes dos idiomas estrangeiros. Hoje tra-
duz-se para tornar um romance inintel-
ligivel ás mais innocentes capacidades.
N'outro tempo dava-se leitura. Hoje pe-
de-se dinheiro. N'outro tempo o tradu-
ctor suava para traduzir, hoje afoga-se
para fazer cadernetas. A caderneta! que
invenção sublime! que achado feliz do
século XIX ! A caderneta é a leitura po-
pular, por excellencia. N'um século que
chegou a proscrever as mechas, e a levar
À barateza prodigiosa os palitos phosphoricos;
n'um século em que a fortuna se
popularisou, e a sorte se fez plebeia, na
abençoada cautelinha de vinte e cinco;
n'um século em que tudo se reparte,
excepto. a justiça, e em que o thesouro
inventa as quinzenas, e a administração
os meios-bois — o livro grosso, o calha-
maço, o bacamarte infolio, transformou-
se também, dividiu-se em cadernetas, vo-
luminho portátil, em que o assignante
compra, por nada, um braçado de galli-
cismos, e uma folha de papel mata-borrão.
A caderneta foi o ultimo esforço da eco-
nomia politica e da litteratura, a invenção
admirável de traductor de romances.
Mas antes de haver cadernetas havia
traductores. É verdade. Mas só depois
das cadernetas é que se inventaram os
prospectos, os annuncios em versaletes,
os prémios aos assignantes, as rifas, as
loterias, e esta bagagem immensa que
fez de cada traductor um verdadeiro ini-
migo publico. Eu lembro-me de ver em
papel amarellado e transparente, em typo
garrafal, e em formato modesto, as ran-
çosas inspirações da Cabana
do Sitio da Rochella, e do Armando (*) e
Oscar, Mas que diíFerença entre esses
tempos e os de agora! Que distancia
infinita entre o traductor antigo e o tra~
duzidor moderno! O traductor antigo
era as mais das vezes um homem ho-
nesto, algum mestre-escola aposentado,
algum empregado que ia desfructando a
sua jubilação, homem que um bello dia
punha na Gabela: — sairam á luz os T)es-
terrados da Sibéria. Toda a gente se espan-
tava com o annuncio, enchia-se de curio-
sidade, e ia ver quem eram aquelles
desterrados, a quem o traductor, auxiliado
pela gazeta, tinha quebrado o exilio ou
os ferros, nas regiões da Scythia. N'isto
não havia nada de sobrehumano, nem
de extraordinário. O traductor dizia:
— aqui tendes uma novella, e dae cá o
vosso dinheiro. Era um contracto sim-
ples e leal. Quem queria os Desterrados
em casa, ou o Barão de Trenk, ou a Baro-
mTfi de Castk-Acre, recorria á loja do his-
tórico corcunda Desiderio, e ali, d'entre
nevoeiros de poeira secular, via tirar o
seu folheto querido, d'entre um gordo
sermonario velho, e algum exemplar
novo do Oriente, de José Agostinho.
Hoje a questão mudou. Um traductor que sabe
o officio nunca promette
só a obra. As suas promessas vão mais
longe. Junto com o seu romance vão
milhões, vão preciosidades, vão riquezas
fabulosas, thesouros encantados, minas
do Potosi e da Califórnia. O traductor
não traduz para ganhar dinheiro, nem
para dar leitura; é com o fim piedoso
de enriquecer o género humano. Assi-
gnae e sereis ricos. Cada caderneta custa-
vos um vintém, dez réis, cinco réis,
grátis; com ellas tendes um bilhete; com
um bilhete adquiris o direito de possuir
uma estatua toda de prata, um diamante
do grão-mogol, a muralha da China, o
obuz de Pekim, ou o sino grande de
Moscow; porque assignar para um ro-
mance dá direito ás maiores coisas d'este
mundo, incluindo as massadas, os gal-
licismos, e as pragas dos distribuidores,
que são as maiores que se conhecem
n'este mundo. Tal traductor manda
comprar todos os bilhetes de uma loteria
para dar aos seus assignantes; tal outro
mandou vir uma barra de oiro, que poria
a direito as finanças da Rússia; tal outro
mandou fazer de propósito um diamante
para mimosear os seus assignantes. Agora
é deixar trabalhar a sorte, e se a fortuna
promettida não sae como se esperava,
a culpa não é do traductor, senão da
loteria, que lhe fez uma das suas traves-
suras.
Traductor sabem os nossos leitores
que significa em latim o que transporta,
ou leva de uma para outra parte. Nunca
um termo exprimiu melhor a indole de
um officio. O traductor transporta, muda.
Em primeiro logar, muda quasi sempre
o sentido da phrase. Depois transporta
o dinheiro dos assignantes, e transporta-o
meio ponto acima para o accommodar
ás suas faculdades.
Um traductor de romances brota
como uma planta selvagem debaixo da
terra, cresce como as urzes, alevanta-se
como as silveiras, endurece na aridez
como uma piteira brava. Um poeta pre-
cisa, para florejar, que o cultivem, e que
ao menos, se lhe falha a seiva natural do
estio, lhe subministrem em injecções
artificiaes algum versinho de Lamartine,
uma ou outra regra de versificação. Um
jornalista precisa, senão da faculdade
inventiva, ao menos d'esta sagacidade
mechanica que ensina a encher duas ou
três columnas sem dizer nada, a crear
um macrobio, se ha um espaço ainda
vazio no jornal, e a inventar um escân-
dalo, se o jornal manqueja de interesse.
O traductor não é assim. É a agua bro-
tando limpida e fluente da rocha do de-
serto. É a queixada convertida em arma
possante e terrível nas mãos de Sansão.
É, melhor comparado, a planta venenosa,
nascida espontaneamente ao sol dos tró-
picos, o tojo vivaz e agreste, que viceja
sem cultura e sem amanho. O traductor
nasce, e nasce em toda a parte; não se
pode duvidar de que vive, mas parece
que não morre como os outros animais.
Todos podem ser traductores de roman-
ces, assim como todos podem ser maus,
sem grande trabalho, assim como todos
podem assassinar o seu semelhante ás
picadas de alfinete, assim como todos
podem, em fim, incommodar o género
humano,' sem aprenderem grammatica,
sem saberem francez, e sem terem senso
commum.
Não se pode saber d'onde sae o tra-
ductor de romances. É como as fontes
que borbulham á superficie, escondida a
origem na profundez da terra. D'antes
havia publico e auctores, — homens que
liam e poucos que escreviam: hoje é o
contrario — todos escrevem, e ninguém
lé. Em breve a educação publica terá de
reformar-se. Dentro em poucos annos
bastará ensinar a escrever, que o ler ter-
se-ha de todo feito inútil á humanidade.
Um traductor de romances está com-
pleto em havendo um cruzado para com-
prar uma novella de Sue, ou de Dumas,
dois vinténs para papel, e alguns assi-
gnantes. Um diccionario portátil faz o
resto. É o diccionario que dieta, em
quanto o traductor nada é mais que o
escrivão, ou o meirinho, d'este' processo
escandaloso. Em vez de se dizer — Os
Mysterios do Povo, do Mundo, de Paris, de
Londres, da Cafraria, ou da Lourinhã (por-
que hoje os mysterios fazem fortuna, e
quasi todas as traducções são mysterios
para o traductor e para o publico), tra-
duzidos em portuguez por Fulano, seria
melhor dizer — traduzidos, conforme foi
possivel pelo diccionario de Constâncio.
Um traductor seria a creatura mais
feliz do mundo, se não tivesse que es-
crever o prospecto. É sabido que o pros-
pecto é sempre original, e escripto em
estylo pomposo pela penna do traductor.
O prospecto é uma invenção moderna.
O prospecto, a caderneta, e o traductor
são as três pessoas d'esta trindade mys-
tica; são o Siva, o Vishnu, e o Brahma
d'esta tramóia litteraria, que se chama
uma traducção. O leitor seria a creatura
mais tranquilla do mundo, se não fosse
também o prospecto. O prospecto é im-
placável, é tenaz, é velocíssimo na per-
seguição. O prospecto faz-vos os seus
cumprimentos, estampado em grossos
caracteres na quarta pagina de um jornal.
Até ahi inda o caso vae bem. Tendes o
recurso de fugir da quarta pagina, e de
vos contentardes com as três, que não
são ás vezes menos importunas que a
ultima. O prospecto apparece-vos depois
em typo colossal pregado nas esquinas,
ao lado do cartaz do Gymnasio, que é
também um prospecto sui generis, a pedir
subscripções para más farças traduzidas.
O prospecto senta-se comvosco á mesa
do café, e persegue-vos com seus cara-
cteres implacáveis até tragar a ultima
beberagem. Largaes o café, e tendes na
saida um refugio contra a sua imperti-
nência. O prospecto sitia-vos na repar-
tição. O prospecto impede-vos na rua.
E por fim o prospecto cerca-vos em casa.
O prospecto é como os realejos que
resôam de todos os ângulos da cidade.
É como a Barcarola, que resôa e estruge
nos ares em todos os cantos d'esta terra.
É como uma mulher-vibora, que vos siga
em todo o caminho. É como um espião,
que vos acompanhe em todo o transito.
É como um cão malfazejo e recalcitrante,
que vos segue, vociferando latidos, por
toda uma rua Íngreme. O prospecto é o
paraíso do traductor quando está cheio,
o seu purgatório quando volta em branco,
e o inferno da humanidade, ou esteja
vazio ou cheio de assignaturas.
Se não fosse o prospecto, o traductor
seria uma creatura innocente e inoffen-
siva. Seria um Neptuno sem tridente,
pescador sem rede de arrastar. Tradu-
ziria, e o mundo ficaria em paz. Mas o
prospecto! o prospecto é um punhal,
uma adaga, uma pistola, uma coacção,
uma violência, uma tyrannia! É a mulher
formosa que vos dá um prospecto, e
assignaes. É o chefe de repartição, e es-
taes caido. É a victima, e condoeis-vos.
E um mancebo, e quereis proteger as
lettras nascentes. É um amigo, e condes-
cendeis. É um importuno, e compraes
o vosso socego por um vintém cada
semana.
Á fé que ser traductor é um officio
magnifico. Eu comparo um traductor
ordinário a um creado loquaz, mas gros-
seiro, que vem dizer a seu amo um re-
cado que em phrase correcta e elegante
lhe deu uma pessoa distincta. Parece-me
ouvir um montanhez repetindo em tom
nasal, e com as corruptelas aldeans, os
trechos arredondados de um pregador
de fama.
Os traductores são os soldados rasos
da litteratura. Assim como quasi todos
podem ser soldados, assim quasi todos
teem habilitações para traductores. É
d'este primeiro posto da milicia intellectual que se passa
ás graduações superiores. Uns não passam
da tarimba litteraria, e são marcas que estão sempre de
serviço. Outros escrevem a sua noticia
diversa, e passam a anspeçadas da litteratura;
outros escrevem o seu folhetim.
e sobem a cabos de esquadra. Raros são os
que, como os marechaes de Napoleão,
se elevam desde a obscuridade das fileiras
ao bastão do commando,
e ao fastígio da gloria.
Etiquetes de comentaris:
É UM PAIZ FELIZ DE RAIZ NAZIS
dijous, 22 de maig del 2014
DONA VIRGINIA DE CASTRO E ALMEIDA - 1908 - COMO EDUCAR AS NOSSAS E AS VOSSAS CRIANÇAS
ENSABOAR AS CRIANÇAS - BANHOS FRIOS TODOS OS DIAS
UM PEDAÇO DE SABÃO DE MARSELHA
OU SUNLIGHT DA LEVER BROTHERS 1908
PÓ DE TALCO
PÓ DE LYCOPÓDIO (FETO DA FAMELGA DAS LICOPODIÁCEAS)
PÓ DE CASCA DE CARVALHO (É DO CARALHO)
USAR GORDURA DE RINS DE VACA PARA UNTAR AS CREANÇAS
OU FRITÁ-LAS UMA DESSAS
OU O AZEITE QUE É UMA GORDURA VEGETAL SÃ E BARATA
UM PEDAÇO DE SABÃO DE MARSELHA
OU SUNLIGHT DA LEVER BROTHERS 1908
PÓ DE TALCO
PÓ DE LYCOPÓDIO (FETO DA FAMELGA DAS LICOPODIÁCEAS)
PÓ DE CASCA DE CARVALHO (É DO CARALHO)
USAR GORDURA DE RINS DE VACA PARA UNTAR AS CREANÇAS
OU FRITÁ-LAS UMA DESSAS
OU O AZEITE QUE É UMA GORDURA VEGETAL SÃ E BARATA
dimecres, 21 de maig del 2014
FEBRE TYPHOIDE E AMARELA - A EPIDEMIA REINANTE - O SEU TRATAMENTO DE MONSIEUR RASPAIL ....ACOMPANHADA DO VÓMITO NEGRO - J.D. DE SINES - LISBOA - OUTUBRO DE 1857
SOAVAM OITO HORAS DA NOITE NOS SINOS DA CAPITAL
E CAMINHÁVAMOS PELA RUA DO OURO
CONCORDAM OS AUTORES EM QUE A FEBRE AMARELA É A TYPHOIDE DOS PAÍSES
QUENTES
DEPOIS DA PRIMEIRA APPARIÇÃO DA CHOLERA EM 1833 NA GALISA
APPARECERAM OS TYPHOS EPIDEMICOS, NA CIDADE DO PORTO
E SI BEM NOS RECORDÂMOS EM 1854, A CHOLERA INVADIU CRUELMENTE
A POPULAÇÃO D'ESTA CIDADE DEPOIS DESAPPARECEU
EM 1855, AVEIRO, VAGOS, COIMBRA. EM LISBOA ALGUNS CASOS DE CHOLERINA E UM OU OUTRO DE CHOLERA
O AGENTE CHOLERIGENO SEGUINDO O SEU INSTINTO DEVE PROCURAR LUGARES ALTOS E SEGUIR O CURSO DOS RIOSFOI CAHIR SOBRE PALMELA 100 VICTIMAS
EM 15 DIAS DE-REPENTE DESAPARECEU SEGUIU NALGUNS CASOS PARA SILVES
E CAMINHÁVAMOS PELA RUA DO OURO
CONCORDAM OS AUTORES EM QUE A FEBRE AMARELA É A TYPHOIDE DOS PAÍSES
QUENTES
DEPOIS DA PRIMEIRA APPARIÇÃO DA CHOLERA EM 1833 NA GALISA
APPARECERAM OS TYPHOS EPIDEMICOS, NA CIDADE DO PORTO
E SI BEM NOS RECORDÂMOS EM 1854, A CHOLERA INVADIU CRUELMENTE
A POPULAÇÃO D'ESTA CIDADE DEPOIS DESAPPARECEU
EM 1855, AVEIRO, VAGOS, COIMBRA. EM LISBOA ALGUNS CASOS DE CHOLERINA E UM OU OUTRO DE CHOLERA
O AGENTE CHOLERIGENO SEGUINDO O SEU INSTINTO DEVE PROCURAR LUGARES ALTOS E SEGUIR O CURSO DOS RIOSFOI CAHIR SOBRE PALMELA 100 VICTIMAS
EM 15 DIAS DE-REPENTE DESAPARECEU SEGUIU NALGUNS CASOS PARA SILVES
diumenge, 18 de maig del 2014
RECEITAS PARA TEMPOS DE CRISE ONDE A MAIS VULGAR DAS ADULTERAÇÕES É A DESNATAÇÃO E A ADIÇÃO DE ÁGUA AO LEITE AGUADO INSÍPIDO E DE COR AZULADA QUE DESAPARECE SE SE ADICIONAR FARINHA, FÉCULA, AMYLÁCEAS(ARROZ, CEVADA EM INFUSÃO, GOMMA ARÁBICA, CLARAS DE OVOS, COLLA DE PEIXE...E OUTRAS COUSAS COMO CAL...)
ADIÇÃO DE MATERIAIS À MANTEIGA PARA AUMENTAR O PESO
BÓRAX, POTÁSSIO, CARBONATO DE CAL, GESSO, CHROMATO DE CHUMBO
EM MADRID 88,6% DO LEITE FALSIFICADO AGUADO BICARBONATADO
EM LISBOA SÓ SE VENDE LEITE DESNATADO
AO ELEVADO PREÇO DE 100 RÉIS POR LITRO
O PORTO INTOXICA-SE COM A SUA ALIMENTAÇÃO
O PERMAGANATO NÃO SERVE PARA TINGIR O VINHO COMO SE TEM DITO
A COR É ARROXEADA NEM UMA CRIANÇA SE ENGANARIA
ALGUMAS DAS FALSIFICAÇÕES: LEITE COM ALBUMINA, FARINHA, CARAMELLO,
DEXTRINAS SÓ EXISTEM NA IMAGINAÇÃO DOS ESCRIPTORES
O MESMO TÍTULO EN 1890 - FALSIFICAÇÕES DE GÉNEROS ALIMENTÍCIOS
GENEBRA GENUINA É O ÁLCOOL QUE RESULTA DA FERMENTAÇÃO DE BAGAS DE ZIMBRO MAS SE TRITURADAS E ACRESCENTADAS EM INFUSÃO AO ÁLCOOL DE CEREAES DÃO-LHE MAIS OU MENOS O MESMO GOSTO
(AROMATIZAM-SE AGUAS-ARDENTES COM RAÍZES DE ANGÉLICA, DE CÁLAMO E DE CORIANDRO....USA-SE O AZUL DA PRÚSSIA, E O ANIL PARA DAR AOS CAFÉS ORDINÁRIOS AS CORES DO MARTINICA DO FUERTO-CABELEOU DA GUAYNA FRANCEZA
BÓRAX, POTÁSSIO, CARBONATO DE CAL, GESSO, CHROMATO DE CHUMBO
EM MADRID 88,6% DO LEITE FALSIFICADO AGUADO BICARBONATADO
EM LISBOA SÓ SE VENDE LEITE DESNATADO
AO ELEVADO PREÇO DE 100 RÉIS POR LITRO
O PORTO INTOXICA-SE COM A SUA ALIMENTAÇÃO
O PERMAGANATO NÃO SERVE PARA TINGIR O VINHO COMO SE TEM DITO
A COR É ARROXEADA NEM UMA CRIANÇA SE ENGANARIA
ALGUMAS DAS FALSIFICAÇÕES: LEITE COM ALBUMINA, FARINHA, CARAMELLO,
DEXTRINAS SÓ EXISTEM NA IMAGINAÇÃO DOS ESCRIPTORES
O MESMO TÍTULO EN 1890 - FALSIFICAÇÕES DE GÉNEROS ALIMENTÍCIOS
GENEBRA GENUINA É O ÁLCOOL QUE RESULTA DA FERMENTAÇÃO DE BAGAS DE ZIMBRO MAS SE TRITURADAS E ACRESCENTADAS EM INFUSÃO AO ÁLCOOL DE CEREAES DÃO-LHE MAIS OU MENOS O MESMO GOSTO
(AROMATIZAM-SE AGUAS-ARDENTES COM RAÍZES DE ANGÉLICA, DE CÁLAMO E DE CORIANDRO....USA-SE O AZUL DA PRÚSSIA, E O ANIL PARA DAR AOS CAFÉS ORDINÁRIOS AS CORES DO MARTINICA DO FUERTO-CABELEOU DA GUAYNA FRANCEZA
dissabte, 17 de maig del 2014
OS ROMANOS SÃO O POVO QUE INVENTARAM O EUFEMISMO EM POLÍTICA AO EVITAREM TODAS AS EXPRESSÕES FUNESTAS
OS CÉSARES LOUCOS NÃO FORAM FAZER TIJOLO
ELES VIVERAM EM GLÓRIA
NO CANTO LATINO NINGUÉM MORRE, APENAS DEIXARAM DE ESTAR VIVOS
O SESTÉRCIO NÃO FOI DESVALORIZADO
AS GALINHAS É QUE FICARAM MAIS FINAS.....
OS BÁRBAROS NÃO ESTÃO ÀS PORTAS DO IMPÉRIO ROMANO
OS BÁRBAROS ESTÃO APENAS A FAZER TURISMO
OS BÁRBAROS NÃO ESTÃO A VANDALIZAR OS PALÁCIOS E AS VILLAS DO IMPERIUM
OS BÁRBAROS ESTÃO APENAS A FAZER UM UPGRADE A RUÍNAS COM FUTURO...
RAPe NÃO É UM CRIME DE GUERRA
RAPe É REPRODUÇÃO LIVREMENTE ASSISTIDA
ELES VIVERAM EM GLÓRIA
NO CANTO LATINO NINGUÉM MORRE, APENAS DEIXARAM DE ESTAR VIVOS
O SESTÉRCIO NÃO FOI DESVALORIZADO
AS GALINHAS É QUE FICARAM MAIS FINAS.....
OS BÁRBAROS NÃO ESTÃO ÀS PORTAS DO IMPÉRIO ROMANO
OS BÁRBAROS ESTÃO APENAS A FAZER TURISMO
OS BÁRBAROS NÃO ESTÃO A VANDALIZAR OS PALÁCIOS E AS VILLAS DO IMPERIUM
OS BÁRBAROS ESTÃO APENAS A FAZER UM UPGRADE A RUÍNAS COM FUTURO...
RAPe NÃO É UM CRIME DE GUERRA
RAPe É REPRODUÇÃO LIVREMENTE ASSISTIDA
dimarts, 13 de maig del 2014
OCCIDENTAL PETROLEUM VENDE PETRÓLEO A LENINE O CONSUMO SOBE DOS 4 MILHÕES DE TONELADAS DE CARBURANTE EM 1914 PARA 500 MILHÕES DE TONELADAS EM 1975 QUANDO 350 MILHÕES DE VEÍCULOS COM MOTOR PERCORREM AS ESTRADAS DA TERRA
PROPILENO COMEÇA A SER TRANSFORMADO EM ACRILONITRATO
EM GRANDE ESCALA
E OS PREÇOS DOS TÊXTEIS SINTÉTICOS SOBEM COM O BARRIL
EM 1981 ATINGIMOS OS CUSTOS DE EXTRAÇÃO DE 32 DÓLARES POR BARRIL
E A EXTRAÇÕES DE POÇOS COM DÉBITOS TOTAIS DAS DEZENAS DE MILHARES
DE BARRIS
É TODO UM MUNDO NOVO DE SUPER-CONSUMO E DE ESCASSEZ
POR ENQUANTO NOS E.U.A A EXTRAÇÃO SÓ CUSTA 9 A 10 DÓLARES POR BARRIL
MAS NO CU VAI-TE OU NO KU WAIT ......UM PAÍS OBVIAMENTE ANAL
A EXTRAÇÃO CUSTA APENAS 25 CÊNTIMOS POIS É SUPERFICIAL
EM GRANDE ESCALA
E OS PREÇOS DOS TÊXTEIS SINTÉTICOS SOBEM COM O BARRIL
EM 1981 ATINGIMOS OS CUSTOS DE EXTRAÇÃO DE 32 DÓLARES POR BARRIL
E A EXTRAÇÕES DE POÇOS COM DÉBITOS TOTAIS DAS DEZENAS DE MILHARES
DE BARRIS
É TODO UM MUNDO NOVO DE SUPER-CONSUMO E DE ESCASSEZ
POR ENQUANTO NOS E.U.A A EXTRAÇÃO SÓ CUSTA 9 A 10 DÓLARES POR BARRIL
MAS NO CU VAI-TE OU NO KU WAIT ......UM PAÍS OBVIAMENTE ANAL
A EXTRAÇÃO CUSTA APENAS 25 CÊNTIMOS POIS É SUPERFICIAL
divendres, 9 de maig del 2014
JOAM FOGAÇA - 1516 É O ANNO DA GRAÇA - DOU FALDINHAS DOU CAMISAS - DOU CONTAS & DOU MANTILHAS - DOU ALFAYAS DE MIL GUISAS
DOU FIRMAES & DOU MANILHAS
DOU DINHEYRO EM DINHEYRO
& DOU CASAS DALUGUER
DOU CHAPYS DE ÇAPATEIRO
DOU DINHEYRO EM DINHEYRO
& DOU CASAS DALUGUER
DOU CHAPYS DE ÇAPATEIRO
diumenge, 4 de maig del 2014
2014 AUMENTA O PREÇO DA BANANA PRATA EM PORTO ALEGRE DEVIDO À ESTIAGEM - 1916 AUMENTA O PREÇO DA BANANA POR CAUSA DA CONFLAGRAÇÃO EUROPEIA NO BAIXO CONGO - NÃO HA CASA COMMERCIAL QUE NÃO TENHA PESSOAL PORTUGUEZ SOMOS OS MAIORES NEGREIROS E LADRÕES DE TODA A ÁFRICA CENTRAL - INFELIZMENTE SOMOS SÓ 600 NO CONGO BELGA E FRANCEZ
QUAIS OS OBJECTIVOS DESTA GUERRA?
O MAIS PROVAVEL SERÁ INCORPORAR A DINAMARCA A BÉLGICA E A HOLLANDA
NO IMPÉRIO ALEMÃO E COM ELLAS AS SUAS COLÓNIAS
EM 1911 AS EXPORTAÇÕES PARA A GRAN-BRETANHA MONTAVA E NÃO MONTAVAM...
A 7976 CONTOS DE RÉIS E ALEMANHA 7765 CONTOS SÓ PELO CACAU 4500 CONTOS
227 PELO CAFÉ DE SÃO TOMÉ E 1007 PELA BORRACHA NESTAS CIRCUNSTÂNCIAS
A CRISE OBRIGA-NOS A PROCURAR NOVOS MERCADOS MAS ONDE?
SE PERDERMOS O ALLEMÃO...
A TURQUIA É UM EXEMPLO DE INFLUÊNCIA POLÍTICA MUITO ALÉM DA SUA
POSIÇÃO COM APENAS 30 MILHÕES DE TURCOS E ÁRABES SÚBDITOS
A INFLUÊNCIA DO SULTÃO ESTENDIA-SE A MAIS 100 MILHÕES
DOS QUAIS 70 NA ÍNDIA E 6 MILHÕES NO AFEGANISTÃO 9 NA PÉRSIA
E 11 NO EGIPTO E SUDÃO....
O MAIS PROVAVEL SERÁ INCORPORAR A DINAMARCA A BÉLGICA E A HOLLANDA
NO IMPÉRIO ALEMÃO E COM ELLAS AS SUAS COLÓNIAS
EM 1911 AS EXPORTAÇÕES PARA A GRAN-BRETANHA MONTAVA E NÃO MONTAVAM...
A 7976 CONTOS DE RÉIS E ALEMANHA 7765 CONTOS SÓ PELO CACAU 4500 CONTOS
227 PELO CAFÉ DE SÃO TOMÉ E 1007 PELA BORRACHA NESTAS CIRCUNSTÂNCIAS
A CRISE OBRIGA-NOS A PROCURAR NOVOS MERCADOS MAS ONDE?
SE PERDERMOS O ALLEMÃO...
A TURQUIA É UM EXEMPLO DE INFLUÊNCIA POLÍTICA MUITO ALÉM DA SUA
POSIÇÃO COM APENAS 30 MILHÕES DE TURCOS E ÁRABES SÚBDITOS
A INFLUÊNCIA DO SULTÃO ESTENDIA-SE A MAIS 100 MILHÕES
DOS QUAIS 70 NA ÍNDIA E 6 MILHÕES NO AFEGANISTÃO 9 NA PÉRSIA
E 11 NO EGIPTO E SUDÃO....
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